Pages

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Frase

EIS QUE UM DIA RESOLVI SEGUIR O CAMINHO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL. A INFORMAÇÃO É MEU AR. O COTIDIANO É MINHA ÁGUA. AS NOTÍCIAS MINHAS PERNAS, A BUSCA DA VERDADE MEU CAMINHO, A PRESERVAÇÃO DA ÉTICA MEU MAIOR OBJETIVO E TODO MUNDO CULTURAL MEU SANGUE. SEM ELES, ME TORNO UM MORTO-VIVO, COM ELES, IMORTAL. 

[Música] Deem-me fones de ouvido para ouvir: Simplesmente música.

Por onde andei, não queria saber da vida de ninguém. Talvez não. Apenas queria seguir minha viagem escutando algo para imaginar meu futuro. Como os trajetos mais vividos da minha vida (que redundância) são os de casa para a Universidade, para o Inglês e poucos lugares quaisquer, eis que percebi que a música poderia ser a minha mais doce companhia. Mais que doce companhia a música viria a se tornar minha companheira diariamente. Não só na hora do aperto, na hora da solidão e muito menos na hora do "vou cortar os pulsos". A música se tornou a minha outra metade.Jurei a ela amor eterno. Amo música tanto quanto amo todos que estão ao meu redor. É um amor escondido, mas ele existe. E nada melhor fones de ouvido para alegrar e me fazer ficar mais apaixonada a cada dia que passa, com cada toque de um violão, PIANO, violino, baixo, bateria, sax e tanto outros instrumentos incríveis que há no mundo. Fora as vozes, que tornam as músicas mais belas a cada segundo que ela possui formando minutos de pura emoção. Seja no ônibus, na fila de espera do banco, no dentista, no terminal, ao lado do meus pais no sofá, na cama, estudando algo realmente bom, no carro como passageira, no carro sendo a condutora, no banco da praça, no meio da praia vazia, seja onde for, a música está sempre comigo. Ela não reclama, não me irrita e muito menos me julga. Apenas fica a minha espera para começar a tocar e começar o meu dia.
Já escutei tanto Oasis, Lana del Rey, John Lennon, The Beatles, 3 Doors Down, Engenheiros do Hawaii, Laura Marling, entre outros, que não entendo como nenhum deles não compôs uma música me xingando por ouvi-los tantas vezes ao dia. Mas tudo bem. Eles vivem disso, não é mesmo?
Seja quem for e onde for, a música sou eu ou ... eu seria a música? Não sei o que dizer, mas podem me dar esses fones de ouvidos, porque meu dia só começa quando a música tocar e termina quando o último suspiro de um violão falar Boa noite. 

Amiga de todos.

Olhos tão lindos como campos ao longe. Serenidade em sua voz, mistério no ar. Não transparece nada. Seu olhar lembra um mar secando, seu sorriso um brilhante espetáculo de circo de tal grande e seus gestos parecidos como de alguém com medo. Silêncio. Risadas. Eis que ela surge. Bom dia a todos. Um sorriso meio amarelo, meio branco a todos amigos e inimigos. Educada dá Oi até aos estranhos. Olhares perdidos em frases nas ruas, talvez no céu. Muitas nuvens, muitos amigos com o. A amiga de todos. Momentos bons, ruins, reviravoltas. Apenas a amiga. Ao redor deles, ela sempre está lá. Sendo sincera, escutando tudo e todos. Só possui a cara de boba, mas boba mesmo nunca foi. Dá risada até em assuntos indelicados, afinal ela é unica em meio a eles. Porém um dia percebeu que era apenas mais uma ali. Mais uma amiga, irmã, conselheira, palhaça, depressiva, mãe, mas jamais a namorada de um deles. Jamais foi, jamais será. Tantos amigos e nenhum namorado. Eis a vida da amiga de todos.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Um brinde aos sonhadores, água quente na cara dos covardes.

" - Será que eu nunca serei feliz?"  (Fragoso,  Thiago em O Astro)

Faço-me essa pergunta desde o dia que a senti em pela primeira vez. Falo da tristeza. Era tão rui. Por que tais coisas tinham que acontecer?
Onde eu nasci, nada veio fácil. Tudo veio com esforço. Onde eu cresci, sonhadores não tinham vez, nem espaço. Eram ,particularmente, apedrejados. Principalmente os sonhadores pobres. Sonhar é de graça, mas sonhar demais tem um preço, o preço da infelicidade. Quanto mais alto o sonho, maior é a queda. Clichê, mas pura verdade. Verdade para os fracos inconsequentes. Ah, uma terrível queda.
Caminhar sob a estrada dos tijolos amarelos nunca pareceu tão difícil e impossível. Olhar as estrelas é um espetáculo sublime, porém olhar o céu, às vezes, é a forma mais desesperada de alguém perguntar o que fazer quando não sabe que rumo seguir. Onde eu vivo, é o lugar onde os sonhadores sofrem preconceito, assim como aqueles que acreditam que há algo bom dentre de cada ser humano existente nesse mundo. Pessoas que sonham com dias melhores, pensando que a bondade e o amor podem salvar tudo. Que pessoas que insistem em acreditar que no final o bem irá vencer. Pessoas que cantam por dias melhores. Pessoas que só fazem acreditar, porém nem todas tem a coragem de fazer diferente quando há chance. Pessoas que só sonham, mas tem medo de fazer acontecer.
A estrada do tijolos amarelos apenas se tornou um caminho impossível para aqueles que sonharam e resolveram se esconder dentro dos sonhos, viajando entre as nuvens da vida com medo de andar sob as terras do mundo bolha. Um brinde aos sonhadores! Mas aos sonhadores corajosos. Quanto aos covardes, só água quente e de preferência na cara. 
sábado, 23 de julho de 2011

Like a bubble

De repente havia bolhas no chão,  na parede, pia, em todo lugar. Era apenas para o banheiro ser lavado. mas de repente de azulejo em azulejo bolhas se formavam. Coloridas, redondas, graciosas e divertidas. De repente muitas voavam e pousavam em algum lugar mostrando todas cores possíveis como se um arco-íris explodisse em cada uma delas internamente. Era um show de bolhas, voavam, voavam e de repente tocavam o teto e...estouravam. Bolhas minúsculas eram formadas e desapareciam pouco a pouco. Por um minuto eu pensei que ser uma bolha fosse divertido. Foi quando percebi que a diversão é momentânea. Uma hora acaba. No começo pode até ser divertido viver sozinho, longe de tudo e todos, mas outrora a vida será tão solitária e repetitiva que a unica solução será explodir. Viver numa bolha pode até se rengraçado, mas uma hora cansa. Assim é a vida. Viver na mesmice pode até ser seguro, mas não a mente que se conforme, corpo que se acostume e coração que aguente. Não queria minha vida de Bolha, só quero minha vida de volta.
quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Harry se foi, mas os Potters ficaram.

Lembre-se sempre com ALEGRIA!

Foi a sua última vez. A última vez que foi a entrada do cinema e pediu:
“- Um ingresso para Harry Potter, por favor.”
A última vez que deu o ingresso para o ou a lanterninha e ele ou ela lhe indicou a sala. Última vez que você viu Harry se matando para salvar o seu mundo e acima de tudo a sua vida. Agora não tem mais jeito, nem aquela velha frase:
“- Vamos esperar o próximo, pessoal.”
Harry Potter chegou ao seu real final. Acabou para sempre... nos cinemas.
Desde 2007 com o lançamento do último livro Relíquias da morte os fãs da saga tentaram fazer magia para o tempo passar devagar. Mas parece que o relógio simplesmente correu e 2010 chegaram tão rápido que vimos à parte 1 e de repente nos sentimos vazio e ansiosos à espera da parte 2, a última parte. E por mais que tentássemos usar a magia que tanto queríamos a verdade era inevitável, estava acabando. E magia só aprendendo em Hogwarts mesmo e como até hoje ninguém recebeu a carta assinada por Dumbledore, paciência. Quem sabe nossos filhos recebam por nós?
Porém se nós, humildes fãs, não pudemos aprender feitiços, pelo menos pudemos aprender a mais importante e árdua lição que é inevitável tentar pular: Aprender a lidar com a vida. Vamos analisar a partir do nosso motivo para estar aqui lendo esse texto ou pelo menos tentando: Harry Potter. Desde o início sabíamos que não seria fácil para ele. Para começar, a morte prematura dos pais, a infância difícil numa casa onde amor e afeto não existiam para ele, a implicância e perseguição de seu mimado primo, uma vida solitária e sem diversão para uma criança de 10 anos apenas. É assim que Harry James Potter é apresentado para nós. Em pleno sofrimento. Vivendo como um rato, sobrevivendo de restos.
Mas como todo aspirante a herói, a vida de Harry tem uma mudança digna de 270° graus. De uma vida indigna a Fama. O pobre Harry mal sabia que era venerado e era uma lenda viva no mundo que não lhe foi apresentando quando devia. Isso aconteceu, devido Harry ter tido a chance de conhecer o que era seu de direito. O mundo Bruxo e todo seu mistério. Toda essa parafernália, porque Harry foi simplesmente “o menino que sobreviveu” a um dos maiores vilões de todos os tempos: Lord Vold... Será que podemos falar o nome de Você-Sabe-Quem? Claro que podemos. Afinal, ele era Lord Voldemort.E com certeza vocês sabem o porquê. Harry demorou dez anos para descobrir a verdade, já nós vivemos dez anos para entender o mundo bruxo, seus personagens e acima de tudo o real contexto da saga mais incrível de todos os tempos.
Fomos apresentados a um a escola diferente, onde magia e bruxaria eram seus objetivos, uma tal de Hogwarts. Sendo que essa escola era dividida em quatro casas. Uma designada aos que possuem a coragem, outro designada àqueles que são leais, outra àqueles que possuem extrema inteligência e a última designada a pessoas que possuem extrema ambição. Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina para nós hoje são nomes comuns, assim como nós sabemos que somos um bando de trouxas e temos (tínhamos no caso da dona dessa comunidade, no meu e de muita gente) aturar aulas de Matématica, Química e Cia morrendo de inveja das aulas Adivinhação, Artes da Treva, Poções e etc. Fora as aulas de vôos com a vassoura, o novo esporte o Quadribol que aparentemente é mais divertido que o futebol que todo mundo presa tanto e tantas outras coisas, como criar uma coruja, ter amizade com um elfo, lutar com dragões e muitas outras coisas realmente excitantes.
Conhecemos um menino ruivo com um monte irmãos, bom coração, verdadeiro, engraçado, determinado, bravo e destemido como um rei chamado Ronald Weasley. E conhecemos uma garota centrada, determinada, inteligentíssima, corajosa, genial vista como a bruxa mais brilhante para a sua idade Hermione Granger. Um senhor com uma barba longa com uma camada prateada de grande sabedoria e as frases verdadeiras até para nós, trouxas, que já se ouviu chamado Alvo Dumbledore. A menina excêntrica que parecia e tinha razão em suas teorias absurdas, Luna Lovegood. Os falsos prisioneiros dignos de honra e aplausos como Sirius Black, os gêmeos mais Geniais que já existiram, Fred e George Weasley e aquele professor sombrio, mas que na verdade era o mais leal e digno herói daquela história Severus Snape.  Quem diria que a plataforma 9 ³/4 um dia se tornaria real em Londres e que me cada coração Potteriano nasceria um sentimento diferente, o sentimento Potter.
Ser Potter não é ser Bruxo apenas. Ser Potter é saber enfrentar o desrespeito alheio, é saber lutar quando a vida lhe envia para um torneio Tribruxo e você precisa lutar contra um dragão, um lago com as criaturas mais horripilantes e sair em busca de uma taça em um labirinto medonho mesmo que você reencontre seu inimigo, lute e quase perca a vida. É saber falar quando a hora chega, é saber usar magia na hora certa, é entender o porquê disso e daquilo, é fazer amigos geniais, é aproveitar o mundo em que vive e além de tudo saber que os medos existem, mas eles nos destroem quando não temos coragem para enfrentá-los.  Foi isso que Harry nos ensinou nesses últimos 10 anos. J.K. não queria vender seu livro apenas, ela só quis mostrar que quando você acredita na magia das coisas tudo que é vontade pode se tornar realidade, além do mais se você tiver boas intenções e quer fazer o bem sempre.
Foram 10 anos de alegria, tristeza, dor, lições e grandes histórias. Não é a hora de ficar triste porque acabou, mas sim ficar feliz porque a gente ficou com Harry até o fim. Hogwarts não foi destruída, ela sempre estará em nossos corações quando nós precisarmos dela. E quanto a Harry, ele vai estar sempre nos livros à espera da nossa releitura. Afinal Harry se foi, mas os Potters ficaram e serão Potters para sempre, pois a vida não é só feita de trevas. Afinal há sempre uma chance acender a luz, de fazer amigos e acima de tudo de fazer a magia acontecer. Basta acreditar.
terça-feira, 19 de julho de 2011

E o garoto magricela entrou na minha vida....

O garoto magricela de óculos redondos...o velho da capa roxa....
Parece que foi ontem. Eu pegava o livro Harry Potter pela primeira vez...deitada em uma rede...achando tudo confuso. Eu tinha apenas 9 anos e mal sabia que um mundo novo me esperava. Sim, Hogwarts me esperava. 
Olhava a capa e tentava descobrir em qual parte do mundo aquele mudo se encontrava. Descobri que estava mais próximo do que eu imagina. Pena que eu só descobri aquele perto um pouco tarde.

Quando lia a história de vida do pobre e sofrido Harry Potter, achava tudo um máximo. Pelo menos ele tinha magia e um mundo, onde tudo que eu podia sonhar existia. E melhor que isso, Harry podia ter tudo isso. E para melhorar, Harry encontrou naquele mundo um lar. Um lar que até os onze anos ele jamais imaginou existir. 

Harry descobriu que o anormal era divertido e que o obscuro era fascinante. Descobriu que por mais diferente que as pessoas fossem naquele mundo, elas eram boas e tinham um coração bom. Um coração grande o bastante para recebê-lo e trata-lo com uma pessoa. 
O anormal era bonito, o anormal era decente demais. O mundo anormal era um mundo de verdade.

Problemas existiam, mas eram resolvidos duramente ao toque da magia. Magia, a doce e correta magia. O lado ruim existia, mas o bem é o vencedor. Merece está em primeiro lugar. O mundo poderia estar por um fio, mas a magia do bem iria dominar. Foi vendo aquele mundo anormal que eu idealizei meu mundo.

Um mundo que não existe. Mas que com a ajuda daquele mundo descoberto por mim aos nove anos de idade, eu descobri nesse mundo que eu tinha coragem para enfrentar, força para lutar, sonhos para realizar e amor para descobrir. Foi graças àquele mundo que eu descobri trouxas maravilhosos, artefatos incríveis e magias que eu pensava não existir. 

A magia da amizade, da coragem, da inteligência e a do amor.

Obrigada, garoto magricela. Obrigada por ter feito o meu mundo menos dolorido. Minha vida mais cheia de sonhos e muito obrigada por ter me ensinado que na vida, nem tudo é fácil Uma hora a escuridão pode persistir, mas no final há sempre uma luz a nossa espera. Eu sei que eu descobri o mundo um pouco tarde e o expresso já tinha partido. Mas apesar desse mundo está se distanciando de mim, ele vai estar sempre próximo. Eu não tenho magia, nem dons mirabolantes, mas tenho o poder de guarda tudo que foi bom na minha vida dentro do meu coração e é sempre lá que vocês, mundo anormal e garoto magricela, vão estar para todo sempre.

Eu não sei o que dizer, mas...Muito obrigada por ter feito o meu mundo um lugar anormal. Foi anormal, mas pelo menos foi feliz. 
 

Blog Template by BloggerCandy.com